Nossos Julgamentos, Nossos Erros!


O que julgamos ser óbvio; Quase nunca o é em verdade...
O que julgamos ser verdade; Quase nunca o é em absoluto...
O que julgamos ser absoluto; Quase nunca o é para sempre...
O que julgamos ser para sempre; Quase nunca vai além do amanhã...
O que julgamos ser até amanhã; Quase nunca chega até lá de fato...
Quando julgamos, quase sempre o fazemos com nossos sentimentos e sem ter o conhecimento de todo o contexto, nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida, por isso, na grande maioria das vezes... erramos.

Autor: Sérgio Rossetto

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